As consultas e exames realizados pelo AME são feitos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), portanto, não há custos aos pacientes por nenhum procedimento realizado no Ambulatório.
O AME realiza apenas exames solicitados por médicos da rede pública de Saúde ou do próprio AME e, em alguns casos, pelos Postos de Saúde.
Não. Para passar por consulta e/ou realizar exames no AME é obrigatório apresentar o encaminhamento médico, que atesta que o paciente foi avaliado por um profissional e identificou a necessidade de realizar esta consulta e/ou exame. O documento deve ser original (não são aceitas cópias) e com foto. Entre eles pode-se apresentar: RG, RNE (Carteira de Identidade de Estrangeiro), Certidão de Nascimento (apenas para pacientes menores de 18 anos), CNH, Passaporte, Carteira Profissional ou Carteira de Reservista (esta última apenas para os homens maiores de 18 anos).
Não. O AME não disponibiliza esses serviços.
Não. Os agendamentos de primeiras consultas e exames externos são realizados somente pelos municípios, via sistema informatizado Cross, após avaliação e realização de encaminhamento feito pela Unidade Básica de Saúde (UBS).
Não. O AME não realiza esse procedimento.
O AME atende pacientes encaminhados de outros serviços de Saúde para a realização de consultas eletivas.
Esta solicitação só pode ser realizada pessoalmente, em posse de documento original e de uma cópia, lembrando que: – Se for o paciente: apresentar RG ou documento de identificação com foto; – Se responsável legal: Apresentar seu documento de identificação com foto e também do paciente. – Se procurador: apresentar procuração e documento de identificação com foto do paciente. No caso de paciente falecido poderão realizar esta solicitação: cônjuge/companheiro sobrevivente do paciente morto e sucessivamente pelos sucessores legítimos do paciente em linha reta, ou colaterais até o quarto grau. Apresentar Certidão de Óbito do paciente, documento de identificação do solicitante e demais documentos que comprovem o vínculo de parentesco, conforme Recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 3/14.